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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Aprendizagens

Estão de volta os bons tempos, pois esta é uma turma interessada e criativa, por isso os dias rendem e das mãos deles saem coisas de espantar. A semana correu sem incidentes e eles deixaram-me verdadeiramente encantada. Querem saber porquê?
Estamos a prender as regras da sala...

"Minha mão é pequenina,
A tua é igual à minha?
faço mimos, faço festas,
Não façomal a ninguém.
A tua, é assim também?"

 
Também modelámos com massa de farinha. Uma festa!

 
E as letras continuam na ordem do dia...
 



É uma turma de artistas... Mesmo numa simples rasgagem a estetica e a harmonia salta à vista...
 Rasgagem e colagem coletiva
 
 
 



 

Uma boa semana para todos!

 
 

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Mãe cuida...

É o que as meninas da sala fazem com os seus filhos. Cuidam e nunca os perdem de vista.
E se não acreditam olhem lá se as nossas meninas não são umas mães cuidadosas. Hoje, na hora do recreio...

São ou não são uns bebés cheios de sorte?

domingo, 12 de fevereiro de 2012

"Brincadeiras no Museu"


Após uma longa ausência, que o tempo não estica e portanto algumas coisas tiveram de ficar para trás, hoje voltei. É que mesmo sem ter tempo de publicar nada, a vida na nossa sala decorre ao ritmo normal e as atividades sucedem-se sem parar. Esta semana, entre as muitas coisas que fizemos, fomos à Fábrica da Pólvora, participar "Nas brincadeiras no Museu", uma atividade  muito interessante que se encaixa na perfeição no nosso projeto etwinnig "An adventure with chemestry". Querem saber como foi?

domingo, 19 de junho de 2011

Fomos de viagem...

Porque para aprender é preciso brincar...
Porque para  adquirir competências é preciso brincar...
Porque para nos tornarmos adultos saudáveis, nos organizarmos interiormente e podermos ser felizes é preciso brincar, deixamo-vos com uma das nossas últimas brincadeiras...Viajar de autocarro.

(Nesta viagem fomos a Lublin visitar os nosso amigos Polacos.)
Primeiro eram só as motoristas com uma passageira no último banco...

Depois o autocarro chegou à paragem e entraram mais alguns passageiros...

Por fim já estava tão cheio que os lugares acabaram e o Hugo teve que ir de pé.

 Foi um bela viagem!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

"Schcope" o dente filha...

Hoje a Mafalda chegou feliz à sala. Tinha uma novidade para contar...O dente da frente que durante toda a semana tinha estado a abanar, finalmente caíu. E com os ""SS" a fugir pelo buraco deixado pela falta do dente, entusiasmada contou:
"Sabes, no fim de semana fui jantar e depois fui dormir. Quando o meu pai saiu para o trabalho eu estava a "dromir", mas ele foi-se despedir de nós e quando me deu um beijinho o meu dente caíu. E eu acordei com o meu Pai muito aflito a dizer:
(E no meio de sibilos agudos ela dizia entusiasmada:) - "Schcope" o dente Mafalda, "schcope" o dente filha! Eu abri os olhos e "Schcupi".
Uma delicia!

segunda-feira, 14 de março de 2011

Abstracto...

Hoje o Diogo veio sentar-se ao pé de mim. Numa mão trazia uma folha em branco e na outra o seu material de desenho. Pegou numa caneta vermelha e, com aquele traço firme que só ele consegue ter, começou a riscar... E da ponta da caneta começaram a surgir algumas formas que me pareciam animais. Depois pegou no amarelo, no verde e no castanho e preencheu o resto da folha. Mas tudo isto com muita harmonia e "à velocidade da luz", como só o Diogo sabe fazer. Depois olhou para mim e perguntou:  - Professora, o que é que isto te parece?.
- Tanta coisa...  - Disse,  mas lembrando-me da jiboia do principezinho, calei o que via, com medo de errar. Perante a minha indecisão, explicou:
- Não vês, isto é um desenho abstracto. Daqui para a frente acho que só vou fazer desenhos abstractos... Sabes o que é abstracto? Abstracto é um desenho que parece que não tem nada desenhado, parece que só tem riscos, mas afinal tem muitas coisas dentro dele!
Que encanto!!!
Quantas coisas que eu aprendo com eles!!!

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Será?

O João, o benjamin da sala, anda um pouco confuso... Temos mesmo que trabalhar os afectos. Porquê?
Bom, a razão é simples.
Eu e a Ivone, uma Mulher fantástica e uma auxiliar de mão cheia, que tem uma vitalidade incrível e que é um tesouro insubstituível, entendemo-nos como "Deus e os anjos" e não só partilhamos muitas coisas, como falamos e tentamos, em conjunto, superar os desafios e as dificuldades com que diáriamente nos confrontamos. Não fazemos nada de especial, apenas procuramos que aqueles que estão à nossa volta, sejam crianças ou adultos, se sintam bem e em casa. Em resumo, pensamos da mesma forma e entendemo-nos às mil maravilhas.
Ora ontem... Ontem o João estava com soninho e naturalmente foi aconchegar-se ao colinho da Ivone, que com o seu estatuto de Bisavó deve ter um colinho mesmo bom. E vai daí, conversa puxa conversa e o João pergunta:
- Então Ivone, quando é que te casas?
-Eu? Ó João, mas com quem é que tu queres que eu case?
 Diz o João muito sorridente - Olha, acho que podia ser com a Luz. Vocês são tão amigas!
(E agora digo eu: - Ivoninha, gosto mesmo muito de si, mas casamento, nunca!)
Fico deliciada e comovida com a inocência deste olhar!
Que belo é o olhar duma criança!

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Quantos pés?



Enquanto, sentadas no tapete, esperavam para marcar a presença, a Rita, a Mafalda e a Bárbara, alinhavam os pés, para ver quem tinha o pé maior.



De repente a Bárbara pergunta: Quantos pés temos ao todo?
E começam as contagens...



Por fim, e depois de muitas discussões, chegam a uma conclusão: Ao todo temos seis pés!

Então o Sebastião e o Tomás, que são um bocado marotos e gostam de as ver atrapalhadas, sentaram-se ao lado delas, alinharam os seus pés e perguntaram: - E agora? Quantos pés temos agora?


Valeu-lhes a Bárbara que é uma rapariga cheia de convicções e afirmou a pés juntos que eram dez e nada demoveu da sua afirmação!
Muito bem Bárbara, sabes contar muito bem e sabes explicar e justificar as tuas afirmações. Parabéns, estás cada vez mais crescida!

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Morrer é...



Aqui está um tema que nenhum de nós gosta de tocar. Porém este é um tema que todos nós temos que enfrentar de vez em quando.
Eu não tinha muito boas recordações do tema pois, há um anos tinha tido uma experiencia que não tinha sido muito positiva. Desse tempo ficou a certeza que perante esse acontecimento inevitável da vida humana, mais do que falar, tentar consolar, tentar perceber, é preciso esvaziar o coração e escutar.
Foi assim que, um dia destes, o tema me bateu de novo à porta...
Durante a manhã, uma das crianças entrou na sala, e quando eu me aproximei para lhe dar as boas vindas, ela olhou para mim e disse:
- Luz, sabes que vais morrer de cancro!
Fiquei sem palavras e respondi sem grande delicadeza, e sem pensar:
-Credo rapaz! Deseja-me boa sorte e bate três vezes na madeira!
Olhou para mim com um ar condescendente e incrédulo e continuou: - Sabes, é que o cancro mata mesmo! A minha avó morreu ontem. Foi muito triste, tão triste que o meu Pai até chorou...
Fiquei estarrecida e sem palavras. Mais me valia fechar a boca e não dizer mais nada... O que fazer, o que dizer?
Peguei-lhe ao colo e só consegui dizer que ele tinha razão, que era mesmo uma coisa muito triste!
Então ele olhou-me nos olhos e disse: -Sim é triste porque eu acho que nunca mais a vou ver, mas também já percebi que morrer é um bilhete de entrada no céu...
Fiquei completamente muda, sem palavras. Onde é que aquela criança, tão pequenina, tinha ido buscar todas aquelas certezas? O que é que aquilo significava para ele!
Entretanto um dos amigos chamou-o para brincar e a conversa ficou por ali. Parecia esquecida e eu respirei de alívio.
À tarde veio sentar-se ao pé de mim e perguntou: - Luz, sabes desenhar um avião?
-Mais ou menos - respondi sem grande empenho.
-Desenhas-me um, no quadro?
-Posso desenhar, mas olha que é capaz de não ficar nada de especial. - E pegando no giz, lá fiz um avião.
Ele foi buscar uma folha e desenhou uma fila de aviões. Um por cada membro da família. Depois chamou-me e disse: -Já aqui estão os nossos aviões para podermos ir visitar a minha avó. Mas o do meu avô já não cabe. Ele pode levar o teu? Sabes ele também tem muitas saudades da avó!
Como resistir a tanta inocência?
Só posso dizer como Saint Exupery:
" Em meu céu só haverá olhares de cinco anos, pois não há nada mais belo que o olhar inocente duma criança!"

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Nem tudo é perfeito...



Pois é amigos nem tudo é perfeito...
Desta vez a nossa gravação não ficou tão bem. Só a postei porque vos tinha prometido que o faria, e o prometido, é devido.
Por isso, e porque desta vez desafinámos um "bocadito", na segunda-feira cantamos de novo e eu depois substituo este post. De qualquer forma ainda bem que desta vez não correu tão bem. Assim já sabemos o que não podemos fazer.
Bom resto de fim de semana.
Luz

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Pinceladas de Azul, Inverno e Vivaldi.


Não, não estão a ver a mensagem do ano lectivo passado…
Eu repeti a actividade!
Depois de termos chegado a acordo sobre quais as cores de inverno a usar, e de nos termos decidido por três tons de azul (este ano escolhemos também o turquesa) e o branco, cada criança escolheu um par e com uma folha de tamanho A1 e com as quatro estações de Vivaldi a tocar, começámos a pintar.
Foi encantador vê-los. A concentração, o entusiasmo, o relaxamento, o "deixar-se levar"...
A Maria, que delirou com esta actividade, dizia a um dado momento: "Até parece que os meus pincéis estão no ballet!".
E eu não resisti a filmá-los... Para quê palavras?
Hoje vivemos mais um dia intenso e muito feliz!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

As receitas da Matilde



Acho que a Matilde vai ser uma grande cozinheira. Sabem porquê? Porque a Matilde, que tem quatro anos, já anda a fazer um livro de receitas. Querem saber como é uma das suas receitas? Então aqui vai...





Então não vos vos abriu o apetite? Eu estou cheia de vontade de experimentar!
A Matilde fala devagarinho porque está a "ler" o que escreveu na nova página do seu livro de receitas e, como ainda não sabe ler muito bem, as palavras saem espaçadas.
Espero que consigam seguir as suas sugestões culinárias.
Bom apetite!!!

domingo, 24 de janeiro de 2010

Sabedoria...


Do alto dos seus sábios quatro anos, o Hugo pergunta:
- Ó Luz, tu sabes que o céu é infinito?
-É sim Hugo, tens razão,o céu é infinito. - Respondo eu sem fazer mais comentários, não fosse meter-me por caminhos de onde depois não conseguisse sair.
O Gonçalo, sempre atento a tudo perguntou:
-Infinito? O que é isso?
-Infinito quer dizer que não tem fim. - Explica o Hugo.
Conclui o Sebastião: - Pois, tem mesmo que ser infinito senão os pássaros batiam lá com a cabeça!
Como é que eu nunca me lembrei disso?...

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Prontos...,



...prontinhos para ir para o trabalho!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Uma teia de Palavras...

A ideia não é minha, é da minha amiga Ádila Faria da "Janela do meu Jardim".
Aproveitando a onda de Magia que se está a viver na sala desde que fomos ao teatro, e porque precisava de desenvolver, em contexto de sala de aula, uma tarefa integradora, decidi aproveitá-la. E deu um resultadão! Eles entusiasmaram-se de tal forma que agora só querem brincar com as letras, descobrir novas palavras e mesmo quando estão a brincar livremente, vão usando o que aprenderam.
É por isso que trabalhar com estas idades é tão gratificante. Eles crescem e desenvolvem-se bem em frente dos nossos olhos!
Nós temos a sorte de poder presenciar tudo da primeira fila. É maravilhoso!

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Sem comentários...



Aprendendo a fazer tranças...

sábado, 21 de novembro de 2009

Abençoada caixinha...



Estamos em tempo de "queixinhas"...
- Luz, ele fez-me isto..., Luz, ele não me deixa brincar..., Luz ele disse uma asneira muito feia, disse Cóco!...-
Sem saber como dar volta à questão, pois já lhes tinha explicado que fazer "queixinhas" é um bocadinho feio, que temos que conversar uns com os outros em vez de estar sempre a olhar para o que os outros fazem, e devido à quantidade astronomica de queixinhas, decidi agarrar numa caixa, fazer um buraco na tampa e criar o cantinho das queixas. Assim, quando eles têm uma queixinha, abrem o buraquinho, dizem a queixinha e ao fim do dia eu oiço as queixinhas todas...
Deu um "resultadão". Eles agora passam o dia a dizer as "queixinhas" à caixa, que de tantas queixas, já tem a tampa estragada, e como não têm nenhum adulto pelo meio para lhes resolver os conflitos, conversam muito mais e conseguem brincar melhor uns com os outros...
Uma caixinha milagrosa... Abençoada caixinha!...